sexta-feira, 19 de julho de 2019

Prof. Rafael José Pôncio - Quanto risco os empreendedores assumem na primeira vez?


O risco, especialmente o risco por empreender, tem duas partes: avaliação e ação.

Depois de reconhecer uma oportunidade e medir o risco, analisando e falando com especialistas, fazendo sua lição de casa, o próximo passo na arte de empreender é correr o risco calculado.

Mas quanto risco é apropriado? Seria fácil se houvesse uma "fórmula mágica" que pudesse nos dizer quando o risco é calculado e inteligente versus quando não é. Mas não há.

O histórico não é claro. Para todo empreendedor de sucesso, como Richard Branson -  que prega correr riscos ou outra pessoa que esta abandonando o emprego para lançar-se em empreender no seu próprio negócio.

Aceitar riscos e empreender não são para todos, mas realmente não existe um caminho para o empreendedorismo que não inclua risco.

Para ganhar, você tem que arriscar!


Para aqueles que não são naturalmente aventureiros ou tomadores de risco no coração, ser capaz de lançar ao novo empreendimento - arriscando seu dinheiro, energia e idéias - isso é uma habilidade e como qualquer habilidade, isso pode ser aprendido. Fica mais fácil quando você observa os outros fazerem isso.

"Assumir riscos fica muito mais fácil com a prática".

É por isso que a tomada de risco é parte essencial do pensamento do empreendedor e deve ser desenvolvida gradativamente, e a sugestão é investir o mínimo dentro do possível e crescer organicamente, nunca fazendo um alto aporte financeiro que venha comprometer um patrimônio familiar.

Dentro do processo de invenção ou inovação de mercado, sempre haverá maiores chances de investir menos e ganhar mais inicialmente, formando assim uma base para o novo negócio, é uma tarefa difícil mas que funcionou com muitos e pode funcionar com qualquer novo empreendedor persistente.

É necessário o proponente a empreender ir para a sala de aula e através de psicodinâmicas arriscar em protótipos de negócios no ensino, são vivências que ajudam a perceber o risco.

Através da prática e observação, o empreendedor poderá arriscar-se de forma mais inteligente e mais frequente posterior. 

Em cursos de empreendedorismo os alunos são encorajados a assumirem riscos calculados, como no caso do Seminário Empretec do Sebrae eles são obrigados, por exemplo, a apresentar idéias na frente de seus colegas, e vão para competições de negócios in loco a campo.

Para os estudantes do ensino médio é necessário autoridades governamentais colocarem na grade curricular e nas escolas privadas diretores e pais devem conscientizarem-se da importância, a arte de empreender é geralmente um enorme investimento emocional que ajudam os alunos a prepará-los para assumir e gerenciar os riscos futuros seja quem qualquer área da vida.

A exemplo na Babson College dos EUA em sala de aula, professores e mentores desafiam os alunos a se elevar e arriscar mais, e quando eles falham, tudo bem, isso gera uma carga de experiência importantíssima para a vida.

Ao observar, fazer e preparar, os futuros empreendedores ficam mais confortáveis ​​com o risco. Eles rapidamente se tornam menos nervosos e mais confiantes em suas ideias e objetivos. Como eles aprendem que eles também podem influenciar o resultado, alguns tornam-se experts em minimizar riscos - jogando mais energia e paixão por trás de seus investimentos.

Nem todo mundo é Richard Branson - a caricatura viva de um dissidente em busca de emoção. Para o resto de nós, esse espaço seguro para experimentar o risco é essencial. É duplamente essencial para os jovens que podem estar experimentando riscos financeiros e de negócios pela primeira vez.

Quando você estiver pronto para assumir seu risco e fazer suas apostas, aqui estão algumas coisas de minhas experiências na sala de aula que podem ajudar a melhorar a experiência - e o resultado.

1. Comece pequeno

Enviamos estudantes com valor de R$ 100,00 em dinheiro para um mercado atacadista na comunidade local para comprar produtos para revenda. Isso é provavelmente um empreendimento muito pequeno para a maioria das pessoas - mas o ponto é o mesmo. Se você é novo em risco por empreender, não é prudente arriscar tudo em seu primeiro micro empreendimento.

2. Encarar as falhas

O fracasso não é uma palavra ruim ou uma coisa ruim. Descobrir o que as pessoas querem e entender o que elas não querem faz parte do processo. Mas isso significa que os tomadores de risco pela primeira vez devem se preparar para a possibilidade de que seu investimento não valha a pena e a estrita observação para nunca virar teimosia.

3. Os próximos assuntos

Embora você não possa controlar os resultados, você pode influenciar o resultado do seu risco. O trabalho duro, a flexibilidade e o marketing podem influenciar se o seu empreendimento é bem-sucedido e em quanto. Investir em empreendedorismo não é um bilhete de loteria. Se parecer que o seu risco de empreendedorismo é um bilhete de loteria, talvez seja necessário reavaliar.

4. Observe, não leia

Em vez de olhar para os sucessos anteriores de outras pessoas, vá a um clube de empreendedores ou micro-investidor e assista aos outros enquanto eles investem tempo, dinheiro e energia em tempo real. Observá-los calcular, arriscar, ter sucesso e fracassar em um cenário do mundo real o ajudará a identificar perigos e oportunidades quando for a sua vez. As pessoas que você conhece também podem ser ótimos mentores.

5. Compartilhe sua paixão. 

Quando você é apaixonado e confiante, amigos e familiares irão apoiá-lo. Às vezes, uma palavra encorajadora é o empurrão que você precisa para dar um mergulho.
E, lembre-se que riscos calculados é diferente de ser ansioso, portanto, comece pequeno de onde está e cresça gradativamente, isso dá um força e é questão de tempo para o seu negócio ficar grande.
Bom trabalho e grande abraço.
Autor: Adm. Rafael José Pôncio
Publicado em: 18 de julho de 2019
Especial: artigos no portal Administradores.com
Link fonte: 
https://administradores.com.br/artigos/quanto-risco-os-empreendedores-assumem-na-primeira-vez


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